
Um jovem palestiniano foi ferido em Gaza durante um bombardeamento há meses atrás. Algo comum, infelizmente. Mas a diferença é que este jovem foi colocado na rua e deixado à sua sorte pela família por ser homossexual.
A situação foi denunciada pela Opus Gay em Lisboa que está há algumas semanas a organizar a vinda de Mahmoud Asad para Portugal para ser submetido a uma intervenção médica urgente e tentar salvar-lhe a vista. Durante o ataque os seus olhos foram danificados e tendo em conta a sua situação familiar não conseguiu apoio médico adequado para o seu caso localmente.
Além da Opus Gay estão envolvidos nesta acção a Amnistia Portuguesa, a associação “Pink” nos EUA, a Opus Gay, em Lisboa,e o Luís Seródio, no Porto.
Segundo António Serzedelo, da Opus Gay, o grupo tem encontrado dificuldades acrescescidas,sobretudo burocráticas, nos países árabes por onde teria de circular na sua viagem para Portugal. Isto a somar não só ao período do Ramadão onde tudo funciona mais devagar e às diferenças horárias e culturais que reduzem os dias de trabalho efectivo comum por semana entre a Europa e o Médio Oriente a três.
No entanto, neste momento a situação parece estar desbloqueada na área burocrática estando a ser trocados os últimos documentos necessários.
Mais informações na OpusGay
www.opusgay.org, junto da Amnistia Portugal (Daniel Oliveira ou Sara 213861664) ou directamente junto de Antonio Serzedelo (Opus Gay) 962400017 ou Luís Seródio (no Porto) 914428472.