
Travestis e transexuais da região mexicana de Durango são habitualmente vítimas de extorsão por parte das autoridades policiais locais.
Estes crimes não costumam ser relatados porque as vítimas temem represálias, ainda por cima por este corpo policial ter por hábito o despedimento de elementos que manifestem as suas preferências sexuais (leia-se homossexualidade e atracção por travestis e transexuais).
Ezequiel Garcia Torres, presidente da ONG Comunidad Gay, afirmou que a polícia persegue especialmente aqueles que se vestem como mulheres.
"Quando as vêem nas ruas aparecem imediatamente as patrulhas pois pensam que se se vestem assim é porque são profissionais do sexo. Para as não prenderem" exigem-lhes "o dinheiro ou um acto sexual".